Apresentação
O Brincando com os Avós é composto por educadores, agentes do brincar, contadores de histórias, atores e pessoas interessadas em:
Realizar atividades divertidas com avós e netos (4 a 11 anos);
Estimular a intergeracionalidade e convívio de avós e netos;
Benefícios para a saúde física, emocional e mental;
Geração de renda para os 60+.
Nosso coletivo iniciou em 2019, em reuniões do Grupo de Trabalho 60+ que aconteciam na Unibes Cultural. O objetivo era a criação de negócios dignos, prazerosos e bem remunerados para idosos. Com esse objetivo planejamos em atuar como facilitadores de brincadeiras em empresas, condomínios, espaços culturais e outros.
Objetivos:
Resgatar brincadeiras antigas;
Criar e reforçar vínculos familiares;
Estimular uma maior compreensão entre gerações.
Ary Filler
Organizador
Nascido em São Paulo, Ary Filler participa há 8 anos do coletivo “Trabalho60mais”, um espaço de protagonismo para novas ideias com olhar sênior. Foi nesse grupo que se originou o projeto Brincando com os Avós. “Criamos essa proposta para estimular os avós a estreitar os vínculos emocionais com os netos e também para que se divirtam nesse processo”, resume. Ary, pai de um filho, teve a ideia com base em sua experiência com o tema da longevidade. “Não sou avô, mas estou muito atento às necessidades das pessoas 60+. Sinto que esse resgate das emoções e das memórias por meio das brincadeiras é muito importante”. À parte isso, Ary tem formação em cinema na USP, é santista e profissional autônomo, tendo já transitado pelo mundo dos vídeos e animações, pela área de importação, de venda de rolamentos industriais e setor da construção. Hoje quer mais é se dedicar a projetos que tratem do envelhecer.
Sergio de Castro Rodrigues
Comunicação e Marketing
Com grande experiência no tema da longevidade, Sergio estreou recentemente, com muita alegria e empolgação, no papel de avô de duas crianças, Kim (5 anos) e Ayla (3 anos). Para aproveitar o tempo com eles, esse jornalista, publicitário, diretor de arte e assessor de imprensa por vezes até deixa um pouco as telas de lado para se dedicar às brincadeiras com os pequenos. Reconhece o quanto eles fazem bem à sua saúde física e mental. Por isso tem um respeito e um interesse muito grande pelo projeto Brincando com os Avós. “Precisamos levar essa proposta ao maior número de pessoas, para que aproveitem da melhor forma possível o tempo das brincadeiras e trocas afetivas com seus netos”.
Sueli Mello
Coordenação de Atividades
Jornalista de formação, fez de tudo na área: revisão, redação, reportagem, assessoria de imprensa, divulgação científica. Em 2015, uma virada na carreira: “Uma amiga me convidou para um curso de Contação de Histórias numa Biblioteca. Apaixonei-me tanto por isso que idealizei e coordenei por quatro anos o Grupo Contadores de Histórias do Sótão. Fez diversos cursos na área até uma especialização como narradora artística na Casa Tombada. Apresentou-se em diversos eventos, livrarias e bibliotecas e atuou como Contadora de HIstórias em Hospitais como voluntária da Associação Viva e Deixe Viver. Contou histórias e dançou com idosos e idosas em casas de longa permanência. Fez ainda cursos de Dança Circular, Movimento Vital Expressivo, sempre com a intenção de utilizar essas novas habilidades em suas apresentações. Em 2018 fez o curso de Agente do Brincar pela IPA, o que levou a interessar-se em integrar o grupo Brincando com os Avós, que conheceu por meio do grupo Trabalho 60+, onde poderia utilizar tudo que aprendeu para brincar com todos e profissionalizar suas atividades. Sueli tem um filho e enquanto não se tornar avó vai treinando esse brincar intergeracional desde já.
Rosana Dias
Coordenação de Atividades
Rosana leva a brincadeira e o brincar muito a sério. Na infância, acalentava o sonho de ser professora e já gostava muito de ensinar e orientar amigos na escola. “Eu era muito estudiosa, ia bem e ajudava os colegas com dificuldade”, conta. Realizou seu desejo e deu aulas na educação infantil por um longo tempo. Aposentada do magistério, decidiu se dedicar a contar histórias e a brincar mais ainda. “Fiz um curso de contação de história e uma formação para me qualificar como agente do brincar”. Com esse conhecimento, passou a atuar como voluntária em hospitais, abrigos, bibliotecas e centros culturais. “Nesses espaços, somos facilitadores do brincar, os protagonistas são as crianças”, explica. Rosana é mãe de uma moça e de um rapaz e avó de Luna, de 5 anos, com quem brinca muito. “Eu acredito muito na potência do projeto ‘Brincando com os Avós’ para o fortalecimento de vínculos e para o resgate da memória da infância”. E vai além: para Rosana, o ato de brincar desenvolve a capacidade de resiliência e, entre outros desafios, exige saber fazer parcerias. “Brincar é sempre um convite”.
Ana Cabral
Tecnologia e plataforma Paluan
Ela é aquela pessoa que entende tudo de tecnologia. E acredita na ferramenta como um meio poderoso para gerar impacto positivo na sociedade. Ana Cabral é CEO da Baruk - startup focada em inteligência artificial e automação - e dona de um currículo que mostra toda sua potência na área. É mentora de inteligência artificial em hackathons e professora de ciência de dados e transformação digital. “Minha formação inclui Sistemas de Informação pela UERJ, Gestão de Negócios e Inovação pela Fatec Sebrae, e atualmente sou pós-graduanda em Processamento de Linguagem Natural pela Universidade Federal de Goiás.” Foi apostando nesse seu amplo conhecimento, mais sua sensibilidade, que ela se envolveu com o projeto “Brincando com os Avós”, ficando responsável pelo desenvolvimento da plataforma Paluan, um agente de IA especializado em brincadeiras e um profundo conhecedor da alma humana. “Minha expectativa é que possamos mostrar que o brincar não tem idade e que a tecnologia pode ser uma grande aliada na promoção da longevidade ativa”. O Paluan funciona no WhatsApp, interagindo diretamente com avós e netos para sugerir atividades lúdicas e fortalecer a conexão entre gerações. “Espero contribuir para que avós e netos tenham muitos momentos de alegria e aprendizado juntos, reforçando vínculos e criando novas memórias afetivas por meio da inovação”, diz Ana, que conta com Arthur, seu filho de 10 anos, para exercitar seu lado brincalhão. “Juntos adoramos caçar Pokémons, catalogar plantas e ir à praia”
Alexa Kiany
Título do cargo ou função
Alexa Kiany iniciou sua trajetória nas artes como atriz em 2009, na cidade de Santos. Buscou especialização dentro da comédia, ingressando no curso de humor, em São Paulo. Fundou a ALX Produções Artísticas, promovendo produções independentes nos segmentos de teatro, circo e infantil, além de exercer a função de atriz e palhaça. É consultora do projeto Brincando com os Avós, com o objetivo de inscrever projetos em editais de cultura, longevidade e intergeracionalidade, além de auxiliar na captação de patrocínios que viabilizem as vivências entre avós e netos.
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